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Washington, Jovan e Aluisio - o trio do inferno
Washington
Luís de Oliveira, seu avatar Jovan Cunha Silva e seu mentor Aluísio
Guimarães Mendes filho, sempre zombaram da justiça eleitoral e da
opinião das comunidades bacurienses. Para conquistar o poder são capazes
de tudo: ameaças, repressão, mentiras, ligações duvidosas, traições,
corrupção, desvio de dinheiro público, arrogância, desprezo…
Sem
qualquer convicção ou consciência política, passam de um partido para
outro, da esquerda para a direita, do catolicismo para o evangelismo, de
acordo com os seus interesses pessoais.
Jovan Cunha Silva fora-da-lei ?
Acima dessa violação de uma centena de quilombolas que só queriam viver pacificamente, ricos em seu patrimônio autêntico, Jovan Cunha Silva, o vice-prefeito, é o organizador. Todos os seus « amigos » da Prefeitura e das facções criminosas responderam a esta demonstração de força para impor a sua « lei » e o seu terrorismo, sem dúvida tendo em vista as próximas eleições municipais para eleger o seu mentor, Jovan Cunha Silva. Encontramos lá toda a corja do prefeito, como Nhoca e seu esposo Piula, filho do dono do bar, Gilson Bujão, seu representante local, não eleito etc…
A expressão de sinais e gestos característicos das facções criminosas, a simulação de uma decapitação, martelam seu desejo de instaurar um regime de terror nesta região para lançar as bases de um « complexo de Bacuri », idêntico ao « complexo do Alemão » no Rio, renomado por sua crueldade e sua economia ligada exclusivamente ao narcotráfico.
Estamos muito longe da « paz e amor » de Bob Marley que deve estar se revirando no túmulo ouvindo essa péssima imitação do reggae, tomado por essa máfia que só quer explorar e viciar os quilombolas para forçá-los a entrar em um tráfego do qual talvez nunca saiam.
Os habitantes de Bitíua entenderam o perigo ao boicotar essa orgia demoníaca. Recentemente, dois outros filhos foram assassinados…
Lunara Nery seria respeitável?
Lunara Nery, candidata a vice-prefeita ao lado de seu mentor Jovan, veicula esse tipo de vídeo em seu próprio Instagram que apenas confirma tudo o que foi denunciado acima. Educar a juventude e gerir a sociedade com tal deboche que desrespeita, com muita arrogância e ignorância, a cultura e a tradição dos quilombolas de que tanto se orgulham.
A voz da testemunha foi modificada por motivos de segurança.
E lá o João a Maria e o José, eu não sei se pagaram ou se foi por tolice, ai eles vão, talvez que deram emprego, eu não sei…
Aqui
eu vou lhe dizer que as coisas estão pior Mag, eu vou lhe dizer, agente
fica quase assim coagido, sem poder dizer nada, sem poder fazer nada,
eles não estão de brincadeira, essa máfia a senhora sabe que eles vieram
pra matar, quem tiver no caminho deles eles tiram entendeu, eles tiram
quem tiver no caminho deles.
A voz da testemunha foi modificada por motivos de segurança.
Agora que ela tá em Bacuri de novo por causa dessa morte do irmão do Jovan. Eles pegaram dois e tinha un restante. Ela pegou uns, e disse que ainda tinha mais gente envolvido. Desse tempo ela ficou direto em Bacuri.
Trata-se de Antônio Filho, não conhecia esse pessoal, que moravam em Portugal muitos anos, filho de Antonio de Marco.
Eu sei que esses dois eles levaram. Pegaram mais dez. Ela pegou muita gente. Mas depois disso, ninguém viu, ninguém sabe notícia mas, agora esses dias, depois que estou aqui, disse que ela « eliminou muito ».
Quando essa mulher tá aqui, ninguém fala, morreu, mas agora ninguém fala, tudo caladinho.
Mandaram atrás dela, ela estava trabalhando em Santa Inês, desde desse tempo da morte desse pessoal, mandaram chamar ela, porque ela tinha ido embora. Ela trabalhou lá um tempo (Bacuri), ele não quis pagar ela, ela foi embora.
Parece que o Jovan pressiono o prefeito pra trazer ela. Era muita morte. Os dois rapaz se entocaram dentro dos paus, lá na beira desse rio, é uma lavoura de gente de Bacuri e de gente de Tereré, tinha aquelas casinhas de trabalhador. Ai esse rapazes se entocaram lá, não sei quem contou pra ela, là só anda carro de boi, ai ela deixou o carro dela na boca (de fuma), chegou lá, cercou a casa onde eles estavam e matou todos dois. Ela chegou e bateu numa porta. Saiu o senhor, ela disse: não tenha medo, eu vim falar aqui pro senhor levar os dois porcos lá fora pra mim. Ele respondeu surpreso: porcos !
Jovan Cunha Silva é, como veremos, uma personagem muito suspeita. Ele assumiu, à força, o município de Bacuri, e usa os mesmos métodos de falsa comunicação e populismo de seu mentor e protetor, Washington Luís de Oliveira.
Depois de ter tentado nos assassinar, ameaçar as comunidades quilombolas que colaboraram em nossa pesquisa, roubar e quebrar parcialmente os objetos que nos foram confiados pelos quilombolas para salvá-los e evitar seu saque, para nos impedir por todos os meios de retornar na esta região para continuar nosso projeto de pesquisa e desenvolvimento com as comunidades quilombolas, eles agora expõem seus planos claramente: nos excluir definitivamente, não apenas localmente, continuar seu tráfico com total impunidade, se enriquecer roubando os resultados de nossas pesquisas, destruir nossa imagem por meio de uma campanha de desinformação dirigida as comunidades, instituições, autoridades e ao público nacional como internacional.
Milena Carvalho é o exemplo das manipulações de que essa máfia é capaz.
Agora eles estão usando a « arma » do cinema para continuar espalhando suas « fake news » e encobrindo seus crimes.
Mas eles esqueceram um detalhe fundamental, mesmo quando procuram encobrir seus crimes por meio de mentiras e terrorismo: toda a nossa pesquisa ao longo de três anos foi meticulosamente filmada e documentada. Em breve serão publicados um livro e um documentário que explicarão em detalhes as realidades e os atores deste caso.
Então essa máfia precisa de pistoleiros. Não apenas assassinos que matam rebeldes como seus ancestrais faziam. A partir de agora, são também polícias, advogados, jornalistas e artistas oportunistas que se colocam ao seu serviço. Muitos deles foram denunciados em nossos artigos anteriores.
Neste capítulo, Milena Carvalho, é o exemplo perfeito.
Ela é muito ligada à facção criminosa do comando vermelho, tendo trabalhado no « complexo do Alemão », no Rio de Janeiro, como ela mesma escreve em seu currículo. Como uma mulher de Cururupu (Maranhão) poderia colaborar com essa poderosa rede de traficantes do comando vermelho? Graças a uma apresentação dessa máfia maranhense ?
Ela afirma ter ensinado cinema para a ONG Grupo Pensar Cultural, dentro do « complexo do Alemão » que, como todos sabem, é totalmente controlado pelo comando vermelho. Essa facção criminosa muito presente no Maranhão também é sua patrocinadora?
É assim que esse comando vermelho vê a educação dos jovens… Eles mesmos gravaram esse vídeo para dizer que incentivam os jovens a não fumar maconha na escola… Enquanto são eles que vendem… Eles afirmam que não é mais os policiais que fazem a lei, mas eles mesmos, e pedem aos jovens que entreguem 15 000 deles para colocá-los na rua... e vender suas drogas…
Entendeu? Nós somos do CVMT, tá ligado? (comando vermelho). Falamos pra vocês não fumarem. Vocês tem fumado maconha aqui? Fala porra!
Alunos: Não, ninguém tem fumado bagulho aqui não, já foi dito a voz ai!
Chefes do comando vermelho: Mas vocês já sabe, o saldo alto das outras comunidades e alta ladronzada, pegar vocês na rua fumando bagulho os caras vai quebrar vocês no pau, se eu passar de carro vou parar o carro e dá tiro só de pistola.
Estuda filha de presos ai. Filhos de preso, criança especial, o guardinha falava parar de fumar maconha, vocês falar que tem biqueira cadastrada, que porra é essa? Quem tem biqueira cadastrada ai? Eu vou chamar o guardinha ali, ele vai provar, não adianta ir lá ameaçar o guardinha depois, nós vai voltar aqui e não vai ser outro jeito não. Vocês vão me dar quinze mil irmãos na rua...
Estranho que a prefeitura de Bacuri, que sempre nos recusou sua ajuda, apesar de nossos muitos pedidos, de repente se interessar pela memória dos quilombolas que nunca antes respeitaram... Financiando este filme « no fundo da terra », esta prefeitura imagina dar credibilidade às mesmas fake news e elucubrações do pistoleiro da mídia, Ed Wilson Araújo.
Então, por que eles se encontram juntos na mesma foto? Eles venderam sua alma? Eles foram ameaçados? Outros « amigos » certamente também se deixaram corromper ou se tornaram cúmplices, por medo de ameaças reais.





















